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ORTODONTIA PREVENTIVA E INTERCEPTIVA

Ortodontia preventiva e interceptativa : inicia cedo, às vezes em torno de 5 anos de idade, quando percebe-se que o desenvolvimento não está dentro dos padrões esperados. Nesta fase pode-se utilizar parelhos removíveis ou fixos, dependendo do problema. Mordidas cruzadas por exemplo, podem ser corrigidas nesta fase, prevenindo que o crescimento ósseo prossiga de forma assimétrica; mordidas abertas e falta de espaços para os dentes permanentes  e  algumas discrepâncias de crescimento ósseo também  podem ser tratadas nesta fase,  estimulando ou “travando” o crescimento dos ossos da face, tornando o desenvolvimento mais adequando e o tratamento futuro mais simples e rápido. É comum, nesta fase, o ortodontista  trabalhar em conjunto com outros profissionais, tais  como fonoaudiólogos (interceptando hábitos deletérios como deglutição e fonação atípicas), otorrinolaringologistas (tratando problemas respiratórios que são muito prejudiciais para o adequado desenvolvimento da face)  e odontopediatras, sempre visando prevenir maiores problemas no futuro.

ORTODONTIA CORRETIVA

Ortodontia corretiva: inicia geralmente quando todos (ou quase todos) os dentes permanentes irromperam e não tem limite de idade (pode-se usar aparelho ortodôntico com qualquer idade). A ortodontia corretiva alinha e nivela os dentes, proporcionando não só um sorriso mais agradável, mas também melhores condições de higiene dos dentes e uma oclusão adequada (contato dos dentes superiores com os inferiores), o que previne problemas periodontias e  desgastes dentários.

Alguns casos, onde a discrepância óssea (diferença de tamanho dos ossos, entre maxila e mandíbula) é muito grande, pode ser necessário cirurgias ortognáticas, onde o ortodontista e o cirurgião bucomaxilofacial trabalham em conjunto. Nestes casos é necessário o uso de aparelhos ortodônticos e cirurgias na face, para equilibrar o tamanho dos ossos, proporcionando harmonia da face.

A ortodontia também pode tratar alguns tipos de dores de cabeça e de disfunções nas articulações temporomandibulares (ATM).

A ortodontia corretiva pode ser realizada com aparelhos ortodônticos metálicos convencionais, aparelhos estéticos (porcelana ou safira), aparelhos autoligados (que dispensam o uso das borrachinhas) e com alinhados (placas transparentes)

  • Aparelhos metálicos convencionais: são os mais habitualmente usados, de metal, com borrachinhas coloridas.
  • Aparelhos estéticos: são os aparelhos menos visíveis. Os de porcelana são brancos, bem discretos e os de safira são transparentes, ainda mais discretos.
  • Aparelhos autoligados. São aparelhos que têm uma aleta que “abre e fecha”,  dispensando o uso  as “borrachinhas” para segurar o fio. Trabalham com fios de ligas específicas, e assim, a combinação da ausência das borrachinhas com fios de última geração, proporcionam uma ortodontia com menos atrito, facilitando o deslize dos fios pela canaleta dos braquetes, o que simplifica o tratamento ortodôntico e  reduz do número de visitas clínicas.
  • Alinhadores: são placas de um material transparente, quase invisíveis,  que são trocadas a cada 15 dias, alinhando os dentes. Elas são removidas para se alimentar e fazer a higiene bucal, o que torna o tratamento mais confortável. São indicadas para casos que necessitam de pequenos  movimentos.
ODONTOLOGIA DO SONO

Odontologia do Sono: Esta área trata dos problemas relacionados ao sono – os principais problemas são ronco  e a apneia obstrutiva do sono. É uma área multidisciplinar, que envolve dentistas, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos, psiquiatras, pneumologistas, endocrinologistas, fisioterapeutas e médicos do sono, justamente pela sua complexidade e gravidade.

A falta de sono adequado pode trazer uma série de problemas para a sáude, que muitas vezes são tratados isoladamente, sem chegar a real causa. A Síndrome da Apneia obstrutiva do Sono está sendo considerada a doença com maior número de comorbidades, com alto risco à vida.